A cidade das tulipas
Apos sairmos da casa da Anne Frank, e depois de curar a nausea que a visita proporciona, ficamos apenas caminhando pelos canais atras de um restaurante simpatico pra comer. O problema eh que a gente nao conseguia entender o cardapio dos restaurantes simpaticos... tudo escrito em holandes. No fim acabamos comendo um lanche num barzinho de esquina. Barzinho simpatico, alias.
No outro dia, resolvemos caminhar pro lado dos museus. Comecamos no Rijksmuseum (Museu do Rei). Cara, eles tem verdadeira devocao pelo Rembrand aqui, e como esse ano fazem 400 anos do nascimento dele varias mostras temporarias o tem como tema. De uma forma geral, os museus de Amsterdam sao excelentes. Pequenos, o que sempre tem a vantagem de nao ser cansativo, de bom acervo, e super bem organizados. O Rijks ateh deixa o cara tirar foto sem flash, coisa que soh tinhamos visto no Orsay. Antes do Rembrant tb vimos coisas muito legais sobre as colonias holandesas no alem-mar, e entre as coisas mais curiosas, as casinhas de boneca (idealmente uma versao miniaturizada da propria casa) que as mulheres ricas mantinham em suas salas, e entre as coisas mais legais, dois ou tres Vermeer. Na linha "codigo da Vinci", uma das salas do museu fala que no famosissimo quadro da "Ronda Noturna" o Rembrand estava tentando nos contar uma historia de consipracao e assassinato. A historinha eh legal, como toda boa historia de conspiracao. Alem disso, a sala que abriga a Ronda Noturna foi transformada numa sala de cinema, e um diretor ingles usa efeitos de luz sobre a tela e sons pra contar a historia da conspiracao. Apesar de parecer uma tarefa meio metida a besta, o resultado eh absolutamemnte fantastico.










Depois do Rijks museum fomos comer alguma coisa no parque que ha atras do museu e que o liga ao museu Van Gogh. O parque, cheio de gramas pra sentar, eh uma fauna soh. Sabem aquela figura tipica do "europeu-adorador-do-sol-que-se-brozeia-no-parque"? Pois eh, eles estavam lah, aos montes. Tambem tinha algumas pessoas no espelho d'agua no parque, mas o que eh interessante eh como eles conseguem conciliar essa aparente "chinelagem" com um clima que nao eh "chinelao" em absoluto. Tipo, no Brasil quando o pessoal entra em laguinho de parque eh uma chinelagem soh (o espelho d'agua da Redencao nao me deixa mentir), mas em Amsterdam eles conseguiam fazer a bagunca com uma certa civilidade.





Saindo do museu Van Gogh fomos caminhar mais um pouco pelo centro, vimos mais alguns predios legais e pegamos um tour pelos canais de Amsterdam. Passamos por mais um relvado cheio de holandeses ao sol, pot uma replica de uma caravela, e pelo presuncoso predio do NEMO, que acho eu, eh um museu de tecnologia. Ah sim, o predio do NEMO (foto dedicada ao Andre)reoresenta um barco pra se "integrar de maneira natural a paisagem da cidade" como dizia o livrinho do escritorio de turismo, e eh obra do arquiteto Renzo Piano, que entre outras coisas projetou o Centro Georges Pompidou. Nao deixa de ser interessante. Tambem vimos as "casas flutuantes" de Amsterdam, quando as pessoas resolveram morar no canal, devido a uma crise imobiliaria na cidade, alem das "casas dancantes" (ou "casas bebadas"), as mais tortas casas dentre as tortas casas de Amsterdam.





No final, a minha impressao de Amsterdam? Achei uma cidade encantadora, e sim, muito delicada, com suas flores, suas bicicletas, suas casinhas tortas. Com a placidez dos canais e a grande simpatia da maioria do seu povo. Acho que no fim a Daisy tb concordou comigo, e que a primeira avaliacao dela eh que foi muito dependente de uma visita de apenas um dia. Na verdade acho que Amsterdam depende muito do que a pessoa quer com ela, pois eh uma cidade que "direciona" o visitante pra onde estah a curiosidade dele. Uma cidade que gira ao redor de feiras de tulipas nao pode ser um lugar ruim.
No outro dia, resolvemos caminhar pro lado dos museus. Comecamos no Rijksmuseum (Museu do Rei). Cara, eles tem verdadeira devocao pelo Rembrand aqui, e como esse ano fazem 400 anos do nascimento dele varias mostras temporarias o tem como tema. De uma forma geral, os museus de Amsterdam sao excelentes. Pequenos, o que sempre tem a vantagem de nao ser cansativo, de bom acervo, e super bem organizados. O Rijks ateh deixa o cara tirar foto sem flash, coisa que soh tinhamos visto no Orsay. Antes do Rembrant tb vimos coisas muito legais sobre as colonias holandesas no alem-mar, e entre as coisas mais curiosas, as casinhas de boneca (idealmente uma versao miniaturizada da propria casa) que as mulheres ricas mantinham em suas salas, e entre as coisas mais legais, dois ou tres Vermeer. Na linha "codigo da Vinci", uma das salas do museu fala que no famosissimo quadro da "Ronda Noturna" o Rembrand estava tentando nos contar uma historia de consipracao e assassinato. A historinha eh legal, como toda boa historia de conspiracao. Alem disso, a sala que abriga a Ronda Noturna foi transformada numa sala de cinema, e um diretor ingles usa efeitos de luz sobre a tela e sons pra contar a historia da conspiracao. Apesar de parecer uma tarefa meio metida a besta, o resultado eh absolutamemnte fantastico.










Depois do Rijks museum fomos comer alguma coisa no parque que ha atras do museu e que o liga ao museu Van Gogh. O parque, cheio de gramas pra sentar, eh uma fauna soh. Sabem aquela figura tipica do "europeu-adorador-do-sol-que-se-brozeia-no-parque"? Pois eh, eles estavam lah, aos montes. Tambem tinha algumas pessoas no espelho d'agua no parque, mas o que eh interessante eh como eles conseguem conciliar essa aparente "chinelagem" com um clima que nao eh "chinelao" em absoluto. Tipo, no Brasil quando o pessoal entra em laguinho de parque eh uma chinelagem soh (o espelho d'agua da Redencao nao me deixa mentir), mas em Amsterdam eles conseguiam fazer a bagunca com uma certa civilidade.





Saindo do museu Van Gogh fomos caminhar mais um pouco pelo centro, vimos mais alguns predios legais e pegamos um tour pelos canais de Amsterdam. Passamos por mais um relvado cheio de holandeses ao sol, pot uma replica de uma caravela, e pelo presuncoso predio do NEMO, que acho eu, eh um museu de tecnologia. Ah sim, o predio do NEMO (foto dedicada ao Andre)reoresenta um barco pra se "integrar de maneira natural a paisagem da cidade" como dizia o livrinho do escritorio de turismo, e eh obra do arquiteto Renzo Piano, que entre outras coisas projetou o Centro Georges Pompidou. Nao deixa de ser interessante. Tambem vimos as "casas flutuantes" de Amsterdam, quando as pessoas resolveram morar no canal, devido a uma crise imobiliaria na cidade, alem das "casas dancantes" (ou "casas bebadas"), as mais tortas casas dentre as tortas casas de Amsterdam.





No final, a minha impressao de Amsterdam? Achei uma cidade encantadora, e sim, muito delicada, com suas flores, suas bicicletas, suas casinhas tortas. Com a placidez dos canais e a grande simpatia da maioria do seu povo. Acho que no fim a Daisy tb concordou comigo, e que a primeira avaliacao dela eh que foi muito dependente de uma visita de apenas um dia. Na verdade acho que Amsterdam depende muito do que a pessoa quer com ela, pois eh uma cidade que "direciona" o visitante pra onde estah a curiosidade dele. Uma cidade que gira ao redor de feiras de tulipas nao pode ser um lugar ruim.

1 Comments:
Justamente na novela eles falaram sobre os 400 anos de Rembrand... A arte como principal atrativo...
Gostei muito de um parque que vi... Cheio de flores coloridas... Ali dava vontade de entrar para a tv com um pulo...
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