Koln (Colonia)
Do trem, a impressao que eu tive da Alemanha foi de uma Suica "modernizada". Em outras palavras, um monte de fazendinhas mas sem o charme rural da Suica. Cheguei a Dusseldorf com algum atraso, primeiro pq o trem atrasou mesmo em uma das estacoes e segundo porque alguem tava nos trilhos e tiveram que parar o trem. Parece que eh um metodo comum de suicidio, mas como soh informaram que tinha gente nos trilhos nao posso garantir o real proposito do sujeito.
Cheguei lah, a Nicole e o Diego estavam me esperando na estacao, e fomos procurar aonda a Daisy chegava. Depois de alguma duvida, achamos o lugar certo e depois que a Daisy chegou fomos lah pra casa deles jogar conversa fora e descansar. Combinamos com eles que no sabado eu e a Daisy iriamos pra Colonia, pq eles tinham coisas pra fazer e que domingo passariamos por Duesseldorf. Como esta eh a pior primavera que todo mundo se lembra aqui na Europa, eh claro que estava chovendo, e "mais ou menos muito". Ruim prum lugar onde os nossos planos era simplesmente ficar caminhando pela rua, neh? Bom, assim que chegamos acabamos nos enfiando direto na Catedral de Koln, a Dom.
Assim, oh. Se eu dissesse que a Catedral eh monstruosamente grande seria pouco. Soh fazendo um parentese, tenho que dizer que Koln eh uma cidade "moderna", tipo, a grande maioria dos predios eh bem moderna. Claro. Quase nada ficou de peh apos a 2a guerra e os bombardeios aereos. Nesse sentido, eh um pouco surpreendente ver aquele magnifico monstro de pedra ali incolume. Na verdade, parece que a catedral, justamente por ser enorme, era o principal ponto de referencia dos pilotos aliados e por isso nao foi alvejada.

Continuando com a Catedral, acho que eh a igreja mais "pesada" que eu jah vi. Vitrais lindos, bem diferentes em estilo das igrejas que jah vi ateh agora. Subimos as centenas de degraus pra ir laaaaaah em cima na torre. Bem divertido, soh uma pena que o tempo estava tao, ahn, europeu.

Quando nao deu mais pra nos escondermos na Catedral o jeito foi encarar a chuva mesmo. Caminhamos pelas principais ruas do centro e de vez em quando quando a chuva apertava acabavamos entrando em alguma loja. Claro que isso acabou despertando o nosos lado consumista. A Daisy queria uma camiseta amarela pra torcer na copa, e acabamos entrando numa loja de esportes. Ela comprou a camiseta e eu comprei uma camisa da Holanda (os alemaes nao devem ter gostado muito, mas enfim...). Depois disso, caminhamos mais um pouquinho e acabamos nos enfurnando numa livraria que tinha um monte de livros em ingles. Olha, depois que o cara se acostuma copm o preco dos livros aqui eh pra se revoltar com o que cobrar no Brasil. Por 60 euros compramos: Don Quijote (em espanhol e capa dura), Obras completas do Sheakspeare (capa dura), o Dracula de Bram Stoker, o Frankenstein da Mary Sheley, 1984, A Revolucao dos Bichos, e o Cafe da Manha na Tiffany, do Capote. Quanto serah que sairia esse pacotinho no Brasil?

Depois disso demos mais uma caminhadinha no Centro, uma volta pela beira do Reno, e voltamos pra Duesseldorf. Ah sim, ainda vimos o final de um show de um carinha na frente da Don que tava andando de monociclo numa corda bamba! De uma forma geral, embora nao seja uma cidade monumental ou com milhares de museus ou coisas assim, fiquei com a sensacao de uma cidade extrememente aprazivel pra se viver. Com pequenos charminhos. Um pouco no espirito de Porto Alegre, se eh que vcs me entendem.

1 Comments:
Achei linda a Catedral...
Nossa... Quantos livros tu comprou... Aqui é caro mesmo.
Gostei da penultima foto... Muito legal.
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