Wednesday, June 21, 2006

Santiago Bernabeu

Na segunda, depois de dizar a Daisy no Aeroporto, voltei lah no Reina Sofia, pra finalmente ver o Guernica. Soh de odio ateh usei os guias de audio pra visitar o museu, a exposicao temporaria E a permanente. Escutei tudo. Obvio que foi um odio totalmente improdutivo, neh, afinal os guias sao pagos, e ouvir TODAS as indicacoes possiveis de um museu eh bem cansativo. De qualquer forma foi uma bela experiencia, e o Guernica eh uma daquelas coisas que a pessoa tem que ver, e que nao dah pra explicar...

De tarde, pra matar o tempo antes do voo e ainda cansado do museu, resolvi ir no Santiago Bernabeu, estadio do Real Madrid. Cheguei lah e me senti roubado. 9 euros pra visitar o estadio!!! Putz, eu recem tinha pago 6 euros pra ver o Guernica!! Teria que pagar ainda mais soh pq o Real Madrid virou time de beldades que jah nao jogam faz um tempo, tipo o Ronaldo gordo e aquela naba do Raul. Mas ok, jah estava lah na frente mesmo, nao tinha tempo pra pensar em outro passeio, e bem ou mal, o Real Madrid eh o time mais glorioso de todos os tempos (e sim, jah jogou a 2a divisao), alem de ser um grande fiasco do futebol atual. Paguei e entrei, mesmo sabendo que 9 euros era um preco superfaturado. O estadio eh muito legal, extremamente vertical, e o museu tb eh bem interessante. Putz, os caras jah ganharam 9 copas continentais... sendo que 6 seguidas! Foi realmente interessante ver a taca de campeao europeu ao vivo pela primeira vez, jah que a de campeao das Americas, bom, essa jah conheco ao vivo tambem... (Soh saco eh esse vidro cheio de luzes modernosas... impossivel de tirar uma foto decente!)


Ah sim, tinha uma outra vitrine em destaque, mas aquela taca eu tambem jah conheco (tah, eles tem 3...).

Nas proximidades do Palacio

No domingo resolvemos tirar o dia pra caminhar. Pela manha fomos na feira do Rastro, uma especie de Brique da Redencao onde ateh uma banquinha de ferragem encontramos! Par falar a verdade, ainda sou mais o Brique. O Rastro eh mais atrolhado, nao tem o parque do lado e eh numa lomba... Na saida do rastro andamos um pouco pela Calle de Toledo ateh chegarmos a Puerta de Toledo e de lah pegamos o metro pro mudeu Reina Sofia, ver o Guernica.


No domingo, tanto o museu do Prado quanto o Reina Sofia tem entrada livre. Legal, neh? Pois eh, a gente, bem pao-duro, achou bem legal e entrou no museu despreocupadamente um pouco depois das 13h, com um ingresso para a exposicao temporaria do Picasso (uma continuacao daquela exposicao que estava tambem no Prado) para as 14h. Ainda fomos comer alguma coisa no museu, bem tranquilos, e esperando ateh as 14h, fomos olhar as outras salas do 2o andar. Miro, Dali, alguns picassos soltos, gabarito a coisa. As 14:15 quando chegamos na entrada da exposicao temporaria, a guardinha nos disse que a exposicao estava fechada!! Bah, ultrajante. Tivemos entao dois espantos. Primeiro, no domingo o museu fechava as 14h... Segundo, no folder da mostra da exposicao do Picasso, dizia, aberto domingo das 10 as 14:30. Fiquei com vontade de ir ateh lah e fazer um bolo com a guardinha. Como eh que no folder diz 14:30, no nosso ingresso diz que a gente tinha que entrar depois das 14 e as 14:15 nao nos deixam mais entrar, sendo que nao tinha nenhum aviso do tipo "entrada permitida ateh 30 minutos antes do fechamento das salas"??? Bah, fiquei muito indignado. Pior ainda pra Daisy, que voltava segunda as 6 da manha... eu ainda pude voltar no museu na segunda-feira e vi a mostra. Tadinha, perdeu uma baita exposicao... tudo culpa da desorganizacao e da sesta espanhola!!

Depois dessa MEGA frustracao (pra Daisy acho que foi pior que nao entrar na Westminster, pra mim nao tanto porque acabei vendo o Guernica na segunda-feira), fomos lah pras bandas do Palacio Real. Sob um calor digno do inferno em dia quente, achamos uma sombrinha pra descansar um pouco. O parque na frente do Palacio eh pequeno, mas aconchegante. O palacio em si eh bonito, claro, mas estah longe de ser assim uma Brastemp.


Tambem aproveitamos pra caminhar um pouco na regiao do Palacio. Fomos ateh a Praca de Espana, onde ah um monumento em homenagem ao Miguel de Cervantes, e depois, na direcao oposta visitamos (por fora) uma Catedral sem-gracamente moderna (ok, eh bonita, mas vamos combinar que na Europa sao raras as igrejas do seculo XX que podem parecer muito interessantes...), fomos tambem na Basilica de San Franciso, onde pude entrar na segunda-feira (mas nao tirar fotos). Esta sim. Se por fora nao parece tudo isso, por dentro eh absolutamente linda. Dourada a nao mais poder, bem estilo colonial espanhol, e bem diferente das lindas catedrais goticas com as quais acabamos nos acostumando. Depois acabamos dando uma caminhada pelas ruas centrais ateh chegar novamente a Plaza Major, onde tomamos um merecido sorvete.





Tuesday, June 20, 2006

Sabado no Retiro

No sabado, nosso plano era ir para Toledo, cidadezinha as margens do Tejo que no guia parecia bem simpatica e famosa pelos marzipas, que estranhamente levam ovos, mas tambem que doce iberico nao leva ovos?

Chegamos na estacao de Atocha no comeco da manha pra padroes espanhois, umas 10:30. Quando olhamos no guiche de compra de passagens vimos um cartaz: "Bilhetes para Toledo comprar na loja da direita". Bom, na loja da Diteita tinha mais de uma centena de pessoas, mochila nas costas (turistas), esperando pra comprar suas passagens. Chegamos a cogitar comprar a passagem para outro dia, mas o problema que na hora de pegar a senha o cara tem que escolher se quer comprar a passagem para aquele dia ou para outro. Resolvemos pegar a do mesmo dia. Numero 600 e alguma coisa; no marcador, 400 e pouco; no sistema de som: "informamos que nao existem mais bilhetes para Toledo no trem das 11:15". Fui ateh o balcao de informacoes para ver os horarios dos outros trens e tambem dos trens para Avila e Segovia. A burocracia espanhola mostrou-se bastante ineficiente... Apos esperar a minha vez no balcao de informacoes o atendente, seco como a maioria dos madrilhenhos (serah influencia do relevo?), limitou-se a me dar um panfletinho com o horario e o preco do bilhete pra cada cidade. Depois de esperar que os 200 numeros que nos separavam do guiche fossem chamados pelos 3 atendentes a disposicao, conseguimos comprar nossos bilhetes, e ateh que num horario nao muito ruim. Chegariamos a Toledo ao redor das 14 e voltariamos lah pelas 22.

Pra passar o tempo, resolvemos passear de novo pelo Parque del Retiro, jah que o sabado amanhecera com sol e ceu azul. O parque eh bem grande, bom lugar pra praticar esportes, ler, descansar. Nao tem muita grama pra pessoa se deitar nem esquilos, o que tenho certeza que lhe custou alguns pontos no ranking da Daisy. O parque tambem abriga alguns "palacios" com exposicoes temporarias, mas onde nao entramos, alguns monumentos, e um memorial para as vitimas dos atentados de 11 de marco. Depois de passar o tempo no parque pegamos nosso trem para Toledo, que vai ganhar varios posts especiais...



Na volta, ainda resolvemos ir ateh a Casa Patas, um famoso tablao de Flamenco, cujo show queriamos muito ver. Segundo os dois guias que eu consultei, era o mais "roots" que um lugar turistico tinha a oferecer. Chegamos as 22:30, e esperamos pelo show ateh a meia-noite. O "bailaor" principal chamava-se Juan Andres Maya, com participacao de Angela Espanadero, assim anunciava o cartaz, que ainda tinha o nome dos musicos - um duo de cantores, um duo de guitarras e uma mulher no palmeado.

Bah, assim oh, impossivel descrever, muito bom mesmo. O melhor foi depois do intervalo. Uma mulher, maquiada como uma "bailaora", mas de calca jeans subiu no tablao pra ajudar no palmeado. Achei que era a tal Angela, que jah tinha dancado antes. O problema eh que depois a Angela voltou ao tablao! Ou seja, nao faco a menor ideia de quem era a criatura! E ainda bem no final baixou um santo no Juan Andres, e o cara se possuiu de tal jeito que era um bis atras do outro, eu jah achando que ele ia cair morto no chao, ateh que ele finalmente parou. Mas na verdade ele nao parou, era soh um minutinho pra respirar. O legal desse momento eh que jah se via que eles tavam achando tudo a maior graca, estavam bem soltos mesmo. Enquanto isso, a Angela dancou mais um pouquinho, a "mulher de jeans" dancou um pouquinho, e claro, Juan Andres, que encerrou a noite, as 2 e 10 da manha.

Ultimo metro as 2... problema? Nao em Madrid. Muuuuita gente na rua, a noite era uma crianca prematura. Descobrimos ainda que nem estavamos tao longe do albergue e voltamos a peh pela quente noite madrilhenha. Toledo, o Tejo, o Flamenco, dia pra ninguem botar defeito. Obvio que Madrid foi a mais cara das nossas viajens ateh agora, mas putz, compensou totalmente.

Depois do Prado

Depois que saimos do Prado fomos dar uma volta no parque do Retiro, que vai ser objeto de um post particular. Apesar da merdosa chuvinha que insistia em cair, decidimos soh ficar caminhando pela cidade. Assim, resolvemos primeiramente ir ao Parque do Descobrimento, um lugar tao broxante que nem foto tiramos. Basicamente, ele consiste em um muro ENORME com os nomes de todos os marujos da flotilha que aportou nas Americas em outubro de 1492. Apos essa pequena frustracao, fomos na direcao da Puerta del Sol e da Plaza Mayor. Eu devo ser muito anta, mas nao sabia que na Puerta del Sol nao tem (nao tem "mais", pelo que fiquei sabendo) uma Puerta; na verdade, ela eh muito mais uma Plaza... Lah descobri que Madrid tambem tem seu Urso e vimos varias ruazinhas cheias de lojinhas. Muito simpatico. Uma coisa interessante eh que lah (e em Toledo tambem) as ruas tinham uma especie de "toldo", nao 100% eficiente, mas que deve dar uma razoavel protecao contra um sol infernal ou um chuvisqueiro xarope.




Tivemos que fazer uma pausa forcada num cafe em uma dessas ruelas porque comecara a chover realmente forte, lugar no qual fiz mais uma grande descoberta antropologica. Cara, aqui as pessoas tem bundinha de novo. Vejam bem, esse eh um comentario meramente antropologico, serio, nao tem nada de sexual, mas eh que aqui na Suica as pessoas (ok, leia-se mulheres) nao tem bunda! Eh impresionante! Claro, sempre tem uma alguma bundona que emerge de algum lugar, mas normalmente ela eh propriedade de uma dona igualmente "grauda", e daih vamos combinar que nao conta. Nao eh a mesma coisa do que no Brasil, onde exite uma "bunda media", populacional, bastante respeitavel. Pois eh, descobri que a Madrid tambem tem uma "bunda media" estatisticamente diferente de zero. A prova de que a observacao era simples fruto de um olhar cientifico atento eh que cheguei a comentar isso com a Daisy. Claro que para este paragrafo nao tenho fotos...

Apos esse impagavel momento de luz intelectual, sem o qual a cultura de voces seria ficaria seriamente comprometida, vamos voltar ao bar... Bom, a chuva, se nao parara, pelo menos jah estava num nivel "razoavel" que nos permitia continuar andando, e assim, jah procurando um supermercado pra comprar a janta, chegamos a Plaza Mayor, que eu tambem imaginava diferente. Eu imaginava que ela era bem mais "aberta", quando na verdade, ela eh uma cercada por edificios, e para acessa-la tem-se que obrigatoriamente passar por um arco que a separa da rua. Independentemente disso, o lugar eh bem bacana, bom, pra dar uma descansada, tomar uma cerveja, comer um sorvete (como alias fizemos no domingo), esse tipo de frivolidade. Tambem lah estava tendo uma "feira regional" de Valladolid, onde compramos algumas coisas pra jantar.



No fim, apos perguntar pra guria da barraquinha de turismo, conseguimos achar um supermercado perto dali. Bam chinfrim alias. Eh bastante impresisonante o pouco apreco que algumas cidades europeias tem com supermercado... em Paris tambem foi complicado achar algum. Jah aqui na Suica eh muuuuito facil de achar. Nao sei como alguem pode ser feliz sem um supermercado enorme por perto.

Monday, June 19, 2006

Madrid

Nao tenho duvida de que alguns dos momentos mais emocionantes das viagens sejam absolutamente subjetivos e sutis. Pra mim, a 1a grande emocao quando estava vindo para a Europa foi olhar pela janela do aviao as 5 da manha (horario local) e ver uma faixa arenosa sem fim lah em baixo... se era a Africa nao faco a menor ideia, jah que o meu sono venceu a expectativa de encontrar o Mediterraneo, mas mesmo com essa duvida capital, essa ficou pra mim como a grande imagem da minha ida.

A essa, tantas outras imagens seguiram; a primeira visao do lago Leman logo que o trem deixou um tunel, a 1a visao do Mont Blanc, estar as margens de rios como o Sena, o Tamisa, o Reno, o Rhone, a visao impresisonante do Mont Blanc visto do aviao (juro que tentarei uma foto na proxima viagem)... A viagem para Madrid teve sua primeira grande emocao quando sobrevoei os Pirineus ainda salpicados de algum inverno e constatei que mais do que dois paises, as montanhas dividem mundos cromaticamente opostos. De um lado, as paisagens francesas, de um verde quase agressivo. Do outro, uma Espanha arenosa, palha, de uma secura e dureza dificieis de explicar, paleta que nao mudou ateh Madrid.

Encontrei-me com a Daisy no aeroporto e fomos para o albergue de metro. Sem grandes problemas pra encontrar o endereco, super central, constatamos com alguma apreensao que estavamos bem pertinho da "zona", apreensao que se desfez jah na 1a noite, pois acho que aquela era a "zona" mais familia do mundo. Saimos pra comer alguma coisa e, jah que estavamos em Madrid, fomos a um bar de tapas (petiscos), que pareceu bem tipico, com um monte de presuntos pendurados na parede, azulejos pintados e garcons secos, mas eficientes e polidos. A quantidade de bares aqui que se chamam "Rey del jamon" ou "Museo del Jamon" nao eh brincadeira, e nao eh franquia! O nosso simpatico barzinho nao fugia a regra. Jah nessa primeira caminhada, a segunda surpresa da viagem (a 1a foi a cor da Espanha), em Madrid eu estou um pouco acima da estatura media da populacao masculina. Chocante, neh? Pior, se a gente pegar soh os homens mais velhos, na faixa dos 50-60 anos, a media de altura deles regulava com a da Daisy!





Na manha seguinte, descobrimos que Madrid eh um ovo. Caminha-se 10 minutos, 15 no maximo, e jah se chega em lugares que etavam do outro lado do mapa. Das capitais que visitamos, Madrid foi onde menos usamos o metro, o que eh otimo, porque caminhando eh um dos melhores modos ver a cidade "de verdade". Surpreendentemente, estava um tempinho medonho na sexta, quente, quente, quente e chuviscando a toda hora. Fomos caminhando ateh o museu do Prado, de vez em quando nos desviando pra ver algum monumento que o mapa indicava, como a Puerta de Alcala, ou a Fuente de Poseidon, jah no Paseo del Prado.



O Museu eh delicioso (e um pouco cansativo, como todo museu que se preze). Fora que tava tendo uma exposicao temporaria especial do Picasso da qual consegui tirar umas fotos antes que a seguranca me dissesse que nao podia, mesmo sem flash. O estranho eh que no acervo permanente do Prado sem flash pode, apesar de nunca ficar bom jah que o museu eh meio escuro. Uma coisa muito interessante no Prado eh que varios artistas vao lah fazer releituras ou reproducoes de alguns quadros expostos. Alem disso tem tour guiado pra criancas! Bah, falemos a verdade, isso eh que eh pais que preza pela erudicao de seus jovens!


Depois do museu, entre um chuvisco e outro, pause pra olhar o mapa e decidir os proximos passeios...


Friday, June 16, 2006

Pessoas (parte 2)

O Suon resolveu fazer um almoco do sudeste asiatico e convidar todo mundo que trabalhava com ele. O detalhe eh que ele nao sabai quantas pessoas vinham, e havia a possibilidade de que fossem umas 40 pessoas... no final da manha, cheguei na cozinha pra ver se o pessoal precisava de uma ajuda e jah havia um pequeno exercito cuidando das panelas, e ainda havia bastante coisa a fazer... O Suon estava mais no papel de "gerente de cozinha" e tanto algumas pessoas do andar quanto alguns outros colegas dele faziam as tarefas.

Pra indignacao da tania, a primeira tarefa que me foi dada foi cortar a cenoura em tirinhas. Indignacao da Tania pq o Suon me olhou firme e perguntou se eu conseguiria cortar a cenoura em tirinhas. Diante da minha resposta positiva ele se tranquilizou, mas quando ele estava indo supervisionar o resto do pessoal a Tania perguntou por que ele nao tinha perguntado se ela sabia cortar, e ele respondeu: "Ueh, porque tu eh mulher"...


Tania e eu, fazendo tirinhas de cenoura

Quando comecamos a precisar cozinhar de verdade a cozinha foi se transforando num caos, e entao a populacao de cozinheiros cindiu-se e metade foi para outro andar terminar alguns pratos. Eu fiquei lah, fritando rolinhos primavera. A Dasha e o Tadej, tb se somaram a nos pra ajudar no que precisasse. No nosso andar tambem ficaram duas amigas do Suon, uma paquistanesa e uma menina de cingapura (eh cingapurense???). Todos supervisionados sob o atento olhar do Suon. No fim ateh que tudo ficou bonitinho, mas foi comida demais.

Dasha, eu, Tania, e a nossa consultora oriental (a guria de cingapura que eu falei)

Dasha, Tadej e a guria de cingapura. A montanha de louca suja na pia cresceu exponencialmente

A paquistanesa que reforcou o time de cozinheiros no nosso andar

Apos tanto esforco... voila!


As pessoas foram chegando devagarinho, e no fim devia ter umas 25 pessoas, o que ainda eh um monte, mas como cozinhamos pra 40... Alem do que, os pratos tinham um monte de curry ou um monte de pimenta. Nao eh exatamente o tipo de comida que quem nao estah acostumado vah comer aos borbotoes. Acho que o Suon teve o que comer ateh terca, pelo menos.

Sufian e Tania. Ao fundo, Sabrina bocejando

Um dos cozinheiros do time que foi para outro andar

A menina de cingapura, uma convidada, Sufian, Tania e Suon, que soh relaxou depois que viu a comida na mesa

Convidados... ao ataque

Nosso andar... ao ataque



Tania e Sabrina... apos o ataque